terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Amar é perdoar.


O amor é basicamente do coração, mas todos nós temos tentado desviar-se do coração, porque ele não é lógico, não é racional.
 O coração não tem lógica, mas tem sensibilidade, perceptividade.
 E se a questão de escolha entre a mente e o coração se levanta, dê razão ao coração, porque a mente é uma criação nossa e está sujeita a erros.
 Se você ama uma pessoa, então você não interfere na privacidade dela. Você deixa intocada a privacidade dela.
 A exigência básica do amor é: “Eu aceito a outra pessoa como ela é”. O amor nunca tenta mudar a pessoa em função da gente.
 Você não tenta moldar a pessoa e deixá-la do seu jeito - o que tem sido feito em todos os lugares do mundo…
 Se você ama a pessoa, não existem condições. Se você não ama, quem é você para impor condições?
 O ciúme é algo feio que está por trás desta coisa linda que é o amor. Se apesar do ciúme o amor ainda permanece, então você tem algo valioso em sua vida que vale a pena.
 Por que ser possessivo? A possessividade mostra simplesmente uma coisa - que você não consegue confiar.
 A confiança é certamente um valor mais alto e importante no amor.
 O amor é lindo quando acompanhado de confiança, porque o amor não pode existir sem a confiança.
 Estarem juntos é um aprendizado enorme - em perdoar, em esquecer, em compreender que o outro é tão humano quanto você.



                              




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